segunda-feira, 2 de março de 2009

Hora do Show!



Incomodança apresenta:

O espetáculo de dança de salão
Optempo


Sem dúvida, inesquecível.



Concentração




Alguns minutos antes do espetáculo, não sabia mais o que sentia...
Emoção, medo, aflição, ansiedade, paixão.
Mas a verdade é que, naquele momento, tudo o que queria era que aquilo passasse depressa.
Sentimento assim, demais, é difícil suportar.



"Meninas, se posicionem no palco agora! O show já vai começar!"



quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Treine



"Treine, treine, treine. Perca-se nos movimentos plásticos, na arquitetura dos seus membros e no desenho dos seus movimentos."

M. A. Barcelos



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009




"Só os loucos não mudam de opinião."



domingo, 15 de fevereiro de 2009

Se...

Se eu fosse compositora, escreveria uma canção bem triste. Através das notas em harmoniosa melodia, eu expressaria o que sinto e que hoje não posso falar. Porque as palavras se esconderam de mim e eu não consigo encontrá-las.


Se eu tivesse um piano, tocaria uma música suave e melancólica. As batidas do meu coração marcariam com cautela o seu compasso regrado e criterioso. Através do som delicado da peça eu tentaria expor o que hoje eu guardo pra mim. Porque não consigo exprimir.


Se eu soubesse pintar, preencheria uma tela vazia com cores serenas. Através da mistura abstrata e confusa das tintas pálidas eu poderia revelar a conseqüência dos sentimentos que brigam dentro de mim. Porque tudo o que eu preciso é libertá-los.




terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Bagunça

Hoje não é um bom dia para falar. Apesar de haver tanto a ser dito. Mas está tudo desorganizado, embaralhado, desarranjado. É difícil descobrir como começar a colocar as palavras em ordem.

Muitas emoções misturadas, várias dúvidas reunidas, alegria e tristeza caminham juntas passo a passo, sim e não se confrontam rivais. No meio dessa confusão de sentimentos e pensamentos, só é possível agora observá-los e tentar entendê-los melhor.

Não é hora de exprimi-los, ainda não.



terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Sublime...



Há de ter uma certa magia quando se capta um momento sublime como esse através de uma fotografia. E o que era para ser tão breve, agora dura para sempre. Lindo para sempre...




terça-feira, 20 de janeiro de 2009



"O que você me pede eu não posso fazer
Assim você me perde e eu perco você.

O que você não pode, eu não vou te pedir

O que vc não quer, eu não quero insistir."


Humberto Gessinger


domingo, 18 de janeiro de 2009

Eu Espero Acontecimentos

Às vezes pequenos acontecimentos - até mesmo desimportantes aos olhos de outras pessoas - são suficientes para nos gerar grande alegria:

Um elogio, um convite inesperado de alguém que se tornou especial, um pequeno bilhete, um sorriso, um “sim”, uma atitude carinhosa, uma simples recordação.

Algo aparentemente tão modesto, mas que pode proporcionar um encantamento suficiente para se tornar inesquecível.


Outros pequenos acontecimentos, entretanto, são capazes de nos arrancar o brilho dos olhos, aparentemente sem qualquer cautela:

Um silêncio, por exemplo, quando tudo o que é preciso é uma palavra.




sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Ano novo, Lívia nova

2008 foi um ano importante na minha vida. Há duas Lívias muito distintas: uma de antes de 2008 e uma Lívia agora, após esses meses sucessivos de constantes transformações.

Eu já vivi muitas coisas. Os mais velhos me escutam dizer isso e, na maioria das vezes, ensaiam um sorriso, como se eu ainda não tivesse tido tanto tempo para tantas experiências assim. Mas é verdade. Tenho muitas histórias pra contar. Algumas são bem interessantes, outras engraçadas, umas misteriosas e há aquelas bastante tristes. Mas as histórias são muitas mesmo. E todas elas certamente ajudaram a compor quem eu sou hoje. Mas – isso eu digo sem dúvida alguma – umas são mais categóricas que outras na construção da minha personalidade.

Não vou me lembrar dos anos passados e das histórias ainda mais antigas que foram tão fundamentais porque me transformaram. Agora eu olho logo ali pra trás, para um ano que acabou de findar e que ainda parece tão próximo de mim. E, talvez seja por ainda parecer tão parte do presente, que me admiro quando noto como esse ano passado foi marcante pra mim.

Eu vivi muitas transformações em 2008. Acho que todas pra melhor. “Acho” é a palavra correta porque, como ainda não pude experimentar todas essas transformações na prática, não sei exatamente qual dará certo e qual não. Mas eu prefiro acreditar que foi pra melhor mesmo e que as mudanças vão compensar. Pessoas, erros e acertos, grandes e também pequenos acontecimentos foram responsáveis por essa mudança importante. Às pessoas responsáveis por esse presente na minha vida, eu só tenho a agradecer.

Bem vindo 2009! Apresento-lhe com satisfação uma nova Lívia. Espero que nos demos muito bem!




domingo, 28 de dezembro de 2008

Um Zouk...




Ao meu prof. Érico, obrigada por me ensinar o que hoje eu sei!



quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Passado é Passado

São tolas as pessoas que ignoram o passado e vivem o presente olhando apenas para frente. O passado é um sábio professor, capaz de nos transmitir lições fundamentais para tomarmos as decisões acertadas, seja hoje, seja no futuro.

Entretanto, são tolas também as pessoas que se agarram ao passado como se ele ainda pertencesse ao agora. “O que passou, passou”, já dizia Toquinho. Boas ou más experiências de outrora hoje apenas nos servem como lembranças ou ensinamentos.

O passado é como aquele livro que podemos ler ou a pintura de um quadro que admiramos. Está ali, podemos vê-lo e interpretá-lo, mas não pertencemos a ele. A verdade é que ele é que nos pertence.

Invocar o passado e acreditar que ainda podemos vivê-lo é deixar de aproveitar o momento agora. Mais: deixar de viver o presente por causa de momentos passados é abrir mão de experiências que podem ser muito gratificantes.



domingo, 30 de novembro de 2008

Uma relação especial

Eu estou achando as pessoas, hoje em dia, muito pouco interessantes. Não que eu seja muito especial, mas as conversas são um pouco previsíveis, os comentários também. Se alguém faz uma ironia, uma piadinha qualquer, há sempre um plantonista do politicamente correto para fazer um ar de "não gostei".
No meio deste marasmo, sem sal nem açúcar, há um lugar muito especial para alguém que tem a boca suja, mente ligeira, raciocínio sagaz, língua afiada. Coração apertado, dúvidas atrozes, desejos a mil. Ou seja, um sopro de vida no meio da minha rotina. E esta vida, hoje, completa mais um ano. Quantos anos ela tem? Só Deus sabe! E espero que sejam muitos para me ajudar a vencer esta árdua tarefa que é viver. Com ela, a vida ganha um sentido mais colorido; pode até ir do cinza ao arco íris, mas tem cor!
Temos uma relação de amor profundo que ultrapassa as convenções sociais. As pessoas não entendem, e eu entendo: não é comum duas pessoas saberem dos defeitos um do outro, já terem brigado, se amado, discutido, divagado, sofrido, sonhado... e mesmo assim se querer bem. Aliás, isso é o que eu mais quero: querer bem a ela.
Se Deus existe mesmo, ele foi legal comigo, porque me fez conhecê-la. Se a sorte está do meu lado, ela dividiu seus afazeres com esta pessoa que me traz a fortuna de dizer que eu tenho alguém que realmente me quer bem.
Não vou ser cruel e pedir para você ser feliz na vida, porque esta busca é insana e impossível de obter. Mas viva a vida, apesar de tudo e todos e seus momentos de alegrias vão ser muitos. Faça deste momento, o próximo a você sentir saudades. Continue do meu lado e eu te darei um amigo fiel e leal.
Te amo batantão, viu Lívia!


Rodrigo J. N. Pinto



quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Deliciosa e Inesquecível Oportunidade


Abri os olhos, não consigo mais fechar.



Uma conversa

Muitas pessoas participaram direta e ativamente da minha criação. No final das contas, a verdade é que eu tive muitos pais e muitas mães. Uns desses tantos pais que tive foram os meus avós. Agora, imagine: se a convivência entre pais e filhos pode ser tão complicada devido à distância e à divergência entre as gerações, o que dirá o convívio entre avós e neta? E se eu acrescentar que o meu avô é militar, rigoroso, forte e determinado? Será possível entender que grande (a maior) parte da minha vida foi vivida sob regras rígidas e inflexíveis. Ponto final.

Passei anos - desde muito nova, confesso - sonhando com uma liberdade que eu mesma desconhecia como seria. Mas eu a desejei intensamente e lutei com unhas e dentes por ela. Tempos delicados aqueles de luta.

O fato é que eu recebi o tão cobiçado prêmio pelo qual tanto lutei e me vi, enfim e felizmente, livre!

Passei a levar a minha vida de acordo com as minhas vontades. E apenas com as minhas vontades! Tudo agora deveria ser como eu bem queria!

Havia muito do que eu desejava fazer. Eu tinha inúmeros planos colecionados. E rigorosamente pretendia colocá-los todos em prática. As proibições de outrora eram agora consentidas por mim.

Entretanto, hoje eu enxergo um problema: se é verdade que eu me libertei do cárcere imposto pela minha educação severa, é também verdade que eu me aprisionei em outro que eu mesma construí pra mim, sem me dar conta disso.

Como eu havia dito, tudo deveria acontecer de acordo com o que eu desejava, dali em diante. E eu não pensava em permitir que fosse diferente. Assumi (ou tentei, na verdade) o domínio das coisas e descobri que tudo aquilo que fugia ao meu controle, me deixava decepcionada, irritada ou frustrada. Meus planos - dos mais simples e corriqueiros aos mais complexos - eram rígidos e inflexíveis (como eram aqueles aos quais um dia me sujeitei). Sem notar, boicotei muitos sonhos e experiências válidos pelo simples fato de eles não estarem seguindo integramente o caminho (reto) que eu havia traçado. Abri mão do que era “torto”, sem nem ao menos me permitir experimentá-lo. Me aprisionei. A maioria dos caminhos que percorremos ao longo da vida não são nem retos, nem perfeitos e nossas experiências, em geral, não saem exatamente como planejadas. Se eu abdicava disso, vivia de que? Desapontamentos, claro.

A maravilha da vida é que as pessoas estão sempre mudando. Essa é, sem dúvida, uma certeza: estamos em transformação o tempo todo. Hoje sou capaz de enxergar a prisão que eu construí pra mim e, sendo assim, sou também capaz de destruí-la! E que incrível prazer poder dizer que estou com minhas marretas em punho, com o coração acelerado e já me sinto livre de mim!

Hoje sinto uma vontade enorme de correr o mundo, de conhecer tudo, de saber das coisas, descobrir pessoas, visitar lugares, ler livros, explorar tudo o que a vida me oferece. Estou preparada para me entregar a experiências jamais vividas, "retas" ou "tortas".